Diante das fortes chuvas dos últimos dias, a Embasa alerta a população para os cuidados que devem ser mantidos para o uso correto da rede coletora de esgoto. O alerta da Embasa para a população é não destinar águas pluviais (de chuvas) e nem resíduos sólidos às redes coletoras. Outra importante orientação é não abrir as tampas das estruturas de inspeção da rede de esgoto para o escoamento dos alagamentos provocados pelas chuvas.
De acordo com o gerente regional da Embasa em Feira de Santana, Raimundo Neto, o volume de esgoto no sistema de esgotamento sanitário durante o período chuvoso aumenta por causa de interligações indevidas de água de chuva e da abertura de tampas da rede durante alagamentos. Somente no último fim de semana foram geradas cerca de 300 solicitações de desobstrução da rede de esgoto no município e nas inspeções foi encontrado um grande volume de água de chuva, além de areia, pedras e lixo. “São práticas inadequadas e responsáveis pela maior parte das ocorrências de obstruções e extravasamentos nas vias públicas. A rede de esgoto operada pela Embasa não foi projetada para receber esse tipo de material”, ressalta. Bairros como George Américo e Queimadinha tem o maior número de ocorrências.
Rede de esgoto x rede de drenagem – A rede de esgotamento sanitário operada pela Embasa é responsável por coletar apenas o esgoto doméstico, ou seja, o esgoto gerado dentro das casas a partir do uso da lavanderia, vasos sanitários, pias, chuveiros. Este efluente é coletado, tratado e destinado de forma adequada. Já a rede de drenagem, que é de responsabilidade das prefeituras municipais, deve ser utilizada para escoamento de água de chuva, incluindo aquela dos ralos de quintais e calhas dos imóveis. “Parte da população costuma confundir as redes de coleta de esgoto com as redes de drenagem pluvial e, por essa razão, podem utilizar os sistemas de forma incorreta”, destaca Raimundo Neto.
Diferenças entre rede de drenagem pluvial e rede coletora de esgoto podem ser identificadas pela população. As bocas de lobo, por exemplo, pertencem à rede de drenagem pluvial, têm formato retangular e ficam paralelas ao meio-fio. Já as tampas da rede de esgoto ficam no centro das ruas e possuem a identificação da Embasa – essas tampas não devem ser abertas para escoar água de chuva.
Como a meteorologia previa um verão excepcionalmente quente, a Bahia Eventos se empenhou em oferecer áreas climatizadas e pontos de hidratação, garantindo o bem-estar de quem compareceu ao evento. Além disso, a inclusão de uma delegacia da polícia civil e militar dentro da arena reforçou o compromisso com a segurança do público.
Além da rica programação nos seus quatro palcos, o FV 24 proporcionou – através do apoio das marcas parceiras – diversas opções de entretenimento so público, incluindo uma roda-gigante, um tobogã, um karaokê, experiências de realidade virtual, espaços para maquiagem e rooftops temáticos. A edição, aliás, teve número recorde de patrocinadores e ativações, com o envolvimento de mais de 20 empresas.
“Nesta edição tivemos um aumento bem significativo de marcas patrocinando e apoiando o festival, bem como um crescimento expressivo de experiências trazidas por elas. As marcas investiram muito em seus espaços e estandes, o que gerou muito engajamento do público. Foram ativações muito customizadas pelas empresas, que identificaram a melhor maneira de se comunicarem com o público do festival, o maior do verão brasileiro”, comemora Bruno Portela, head da Bahia Eventos.
Outra diferença sentida pelos organizadores desta edição para a última foi o tempo de permanência do público no evento, que chegou mais cedo e saiu mais tarde do Parque de Exposições.
“No domingo, por exemplo, com apenas uma hora de evento, mais de 40% do público já havia chegado ao festival. Não é um lineup que vai esquentando. Ele já nasce quente com a primeira atração já gerando muita aderência do público”, analisa Portela.







