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Coluna Intervalo

O destaques do mundo do esporte
Por Cristiano Alves

Publicada em 22 de Agosto de 2017 ás 17:41:18
Foto: Cleber Castro

 Redação Portal MF

Cuidar do coração, combater o estresse, reduzir o colesterol, fugir da rotina, vencer limites, ver belas paisagens, conhecer gente ou até mesmo se divertir. As razões que motivam as pessoas à prática das corridas de rua são diversas. Há 20 anos, a corrida era um esporte amador e voltado para as classes mais populares. As inscrições eram simbólicas, a estrutura e as medalhas, bastante simples. Hoje, pessoas de todas as classes correm. É uma questão de saúde, de estética e de bem-estar. Os dois maiores polos de corrida de rua no Brasil são as capitais São Paulo e Rio de Janeiro.

Mas Salvador está correndo atrás e já figura como uma cidade com grande expansão do cenário do esporte. Tanto que recentemente anunciou a realização da Maratona da cidade, que será em outubro.

“Fiquei muito feliz com esse evento que passará a ser realizado na minha cidade. Com certeza, a data vai entrar para o calendário de eventos fixos e além dos locais, vai atrair turistas para Salvador”, explica Augusto Cruz, advogado e escritor, que lançou o livro “Corredor Um Estilo de Vida” no ano passado e já prepara a segunda edição da publicação para o próximo ano. Mas a Maratona de Salvador chegou para coroar uma fase de aquecimento do esporte na cidade. Em 2016, a capital baiana sediou 37 provas de diferentes formatações de percursos e distâncias. Este ano, serão cerca de 40 competições; evidenciando o crescimento do setor.

A prova da movimentação que as corridas trazem está mesmo nos números. Em 2003, a primeira Maratona do Rio teve três mil pessoas inscritas. Hoje, esse número pode ser multiplicado por dez, ao menos. Com um valor de inscrição média de R$ 90 reais, por exemplo, e uma média de 30 mil inscritos (como o caso da Maratona do Rio), chega-se a uma arrecadação de R$ 2,7 milhões de reais por prova, somente com a taxa. Além desses números, o mercado envolve ainda, produtos de proteção ao sol, bebidas e alimentos, suplementos, roupas e calçados, turismo, assessorias esportivas com foco em corrida e até livros, como o caso de Augusto!

 

Por Cristiano Alves

Publicada em 22 de Agosto de 2017 ás 17:40:00

Redação Portal MF

Quem acha que só as mulheres se preocupam em estar bem vestidas na academia, se engana. Os homens também estão começando a se interessar pelo assunto, para fazer bonito no momento da malhação. E em meio a esse interesse crescente, afloram modelos e formatos de roupas fitness. Mas fica o alerta: acima de qualquer elemento estético, as roupas para malhação precisam ser confortáveis e leves, para facilitar os movimentos e não acumularem o suor. Os tecidos mais indicados para as roupas de malhação são o algodão, o elastano, a lycra e o dri-fit, pois além de absorver a transpiração, são leves e confortáveis.

Hoje, peças como calças ou bermudas e camisas de manga comprida – algumas até com proteção UV – estão no radar dos homens mais antenados, que se cuidam. Mas, sem dúvidas, uma das peças mais populares continua sendo a camiseta regata. Uma novidade no mercado de regatas é o modelo Kenai, da marca fitness masculina Mundo Alpha. A camiseta é cavada, com corte especial e malha 100% algodão.

“Esse tem sido um dos modelos de maior saída na loja, que acabou de ser lançada em Salvador. Pela modelagem mais cavada, a camiseta ressalta os músculos e, pelo tecido, ela não esquenta como em outros casos. É ideal para cidades como Salvador, com sol e calor forte”, conta Stephan Nicholas Leitz, bodybuilder e fundador da grife.

Além da regata Kenai, a Mundo Alpha vem com um estilo street wear, com peças de modelagem diferenciada, feitas por quem entende do universo fitness. Para acessar a loja virtual e conferir a coleção de lançamento, basta acessar www.mundoalpha.com.br. Vale lembrar que a gestão e operação da nova loja é assinada pela MLX Web, empresa já reconhecida no mercado por trabalhos na área de ecommerce.

Por Cristiano Alves

Publicada em 30 de Junho de 2017 ás 17:07:29

 Empenhada em garantir um grande campeonato, com participação de um número maior de equipes nacionais e estrangeiras, a Superintendência dos Desportos da Bahia (Sudesb), autarquia da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), decidiu adiar, de julho para dezembro, a realização da Copa 2 de Julho. 

"Tomamos essa decisão porque é de nosso interesse realizarmos um campeonato à altura das dez edições da Copa 2 de Julho. Recentemente, tivemos uma sinalização do Ministério do Esporte em liberar algum recurso para apoiar a Sudesb nesta copa, o que irá possibilitar fazer um campeonato melhor estruturado, mais competitivo. Assim, decidimos esperar um pouco mais”, explica o diretor da Sudesb, Elias Dourado.

 Segundo o diretor, técnicos da Sudesb seguem com o trabalho de tramitação de todo o processo que viabiliza a parceria e também fazem contato com equipes sub 15 do Brasil e internacionais, além das Prefeituras das cidades que sediam alguns jogos das primeiras rodadas.

 Criada em 2007, em homenagem à data da Independência da Bahia, a Copa 2 de Julho é realizada pelo Governo do Estado, por meio da Sudesb. Nas últimas edições, tornou-se uma das principais vitrines do futebol nacional, tendo demonstrado seu valor com a revelação de mais de 70 atletas, que tiveram o primeiro contrato profissional após o torneio baiano. 

Exemplo disso é o jogador baiano Walace Souza Silva que, em 2016, disputou os Jogos Olímpicos pela Seleção Brasileira. Atualmente jogando no clube alemão Hamburgo, Walace teve o talento descoberto na quinta edição da Copa 2 de Julho, quando, ao disputar os jogos pela Seleção de São Francisco do Conde, foi convidado a treinar no Clube do Avaí/SC, para onde se transferiu em 2012.  

Fonte: Ascom/Sudesb

Por Cristiano Alves

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