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Coluna Intervalo

O destaques do mundo do esporte
Por Cristiano Alves

Publicada em 22 de Maio de 2016 ás 12:23:48

Intervalo por Cristiano Alves

 SEGUNDO NELSON RODRIGUES – “Toda unanimidade é burra. Quem pensa como a unanimidade não precisa pensar”. Entretanto, nem sempre em todas as situações esta frase do grande pensador brasileiro é aplicada porque, dependendo da situação às vezes é bom ser um pouco burro, desde que a burrice esteja fazendo bem.

 UNANIMIDADE – Ou não, somente um insano vai achar que a diretoria comandada por Gerinaldo Costa está fazendo uma péssima administração. Sinceramente, nem Deus que é Deus agradou a todos, e não seriam estes dirigentes a contrariar esta regra. No entanto, há pessoas que ainda desejem o mal, quando esta turma até aqui só tem feito bem ao clube. Acho que o raciocínio é este, ou eu estou ficando maluco.

 POR MAIS – Que seja absurda a ideia, mas ainda sim é preciso aceitar que existam pessoas contrárias à esta gestão. Entendo isso porque vivemos numa democracia, porém, o que não dá para entender é o porque ainda existam pessoas que queriam ver o time na miséria, que os dirigentes se ferrem. Isso para mim tem outro nome: mesquinhez.

 É INCRÍVEL – Como a inveja e o egoísmo “cegam” as pessoas que as tornam incapazes de reconhecer as atitudes, de enxergar virtudes e de analisar as situações de uma forma geral, sem paixões, pensando acima de tudo no bem maior que o Fluminense. Mas isso não acontece e enquanto tem 10 lutando para manter o time em evidência, 100 lutam para acabar. É por isso que o nosso futebol não cresce.

 CERTA FEITA – Quando aqui neste espaço defendi a atual gestão, houve quem chamasse de “chapa branca”, ou de maneira pejorativa me classificasse como “capacho”. Porém a estes que me classificaram desta forma me refiro como “alienados” e “bostéticos”, porque não é possível ser contrário a algo que vem dando certo, apesar das grandes dificuldades. Não gostar da composição da diretoria, ter restrições quanto a nomes é absolutamente normal, porém ser contra e desejar que os dirigentes que estão aí se ferrem é jogar contra o time que dizem amar.

 QUE AMOR É ESSE? – Sinceramente não sei porque amar é renunciar se preciso for, mas ajudar acima de qualquer coisa, mesmo não sendo dirigente. Por que estes que jogam pedras não encostam e ajudam? O time está aí vivendo um momento difícil financeiramente. Não vou pregar que dirigente “meta a mão no bolso”, mas estas pessoas como pensadores, entusiastas, idealistas poderiam contribuir com ideias, ajudarem a abrir caminhos e não apenas ficarem nesta inércia que na verdade me dá é nojo. 

RESOLVI FALAR – Sobre isso porque sinceramente é algo revoltante esta situação. O egoísmo é maior do que qualquer outra iniciativa, porém, como na política no esporte só funciona assim: só presta o que eu e meu grupo pensamos, só vale aquilo que eu e meu grupo fazemos e o resto que se lasque. É assim que muitos fluminencistas pensam, mesmo diante de uma gestão que tem seus erros, mas se colocarmos numa balança veremos que os seus acertos são maiores. 

POIS É – E ainda acham que sou “chapa branca”, mas sou tanto, que recentemente – há três semanas aproximadamente – aqui mesmo neste espaço critiquei alguns dirigentes que demonstraram uma postura exaltada, quando veio a tona a polêmica sobre a mudança da partida contra a Juazeirense. Fiz a crítica porque entendi e ainda entendo que hoje no Fluminense não há espaço para coisas deste tipo. 

INFELIZMENTE – Em muitos casos a unanimidade deveria ser burra, mas infelizmente não é. Nesta situação, sinceramente, era muito mais óbvio e lógico que todos se unissem e trabalhassem em prol do Fluminense e estes seriam muito bem vindos, mas não sei o que pensam, pois preferem ficar através das redes sociais atacando as pessoas ao invés de canalizarem as ideias positivas em favor do tricolor feirense. 

FALANDO EM POSITIVIDADE – Não poderia deixar de parabenizar o bom entendimento entre os dirigentes do Fluminense com os professores Antônio Lopes e Antônio Walter para a liberação da Chácara Ribeirão, que será o QG do Fluminense durante este segundo semestre para a disputa da Série D e Copa Estado. A prova de que todos estão pensando no bem maior. 

AGORA  – Para descontrair um pouco. Esta semana, o Bahia foi eliminado da Copa do Brasil ao perder por 1 x 0 para o América/MG, jogando em plena Fonte Nova. Ao final o treinador  Doriva disse “Acho que só nos resta focar 100% na Série B”. E tem outra coisa para o Bahia jogar? A não ser que o foco também esteja voltado para a Copa Governador. Era só o que faltava.

Cristiano Alves - Jornalista - DRT-BA-2300

Colunista de Esporte do Portal MF e Editor chefe do Jornal Folha do Estado

Por Cristiano Alves

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