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Coluna Intervalo

O destaques do mundo do esporte
Por Cristiano Alves

Publicada em 19 de Maro de 2016 ás 00:12:04

Intervalo por Cristiano Alves

DE TUDO NA VIDA – Nós devemos tirar uma lição, seja em situações favoráveis, ou desfavoráveis. O fato de algumas equipes terem ficado sem os seus estádios no Campeonato Baiano está sendo um momento difícil, mas valoroso para que os dirigentes e autoridades aprendam a se planejar. O grande problema é que as pessoas insistem em ser gafanhotos e quase nunca querem ser formigas. Lembram da história? É mais ou menos por aí.

DENTRO DESTE PENSAMENTO  - Muitos dirigentes se comportaram como gafanhotos, até porque em muitos casos, não daria para se adotar uma postura diferente. Se muitos estão com a cuia na mão, como pensar diferente? Estes ficam a esperar pelas migalhas que lhes são dadas e nada mais porque não podem ou não têm capacidade suficiente para criar outras fontes de receita.

TEM CASOS – Em que as agremiações planejam as suas ações, conseguem desenvolver alguma coisa, mas esbarram nas dificuldades que se multiplicam a cada dia. É o caso do Fluminense , que nas partidas que tem feito, mesmo obtendo bons resultados, tem tomado tombos na arrecadação e seus dirigentes estão angustiados sem saber o que fazer mais;

HÁ QUEM DIGA - Quem esta diretoria ao final do mandato, que se encerra no próximo mês de maio caia fora pela falta de perspectivas, que ficaram mais complicadas sem o Joia da Princesa. A esta altura, a verdade é que os dirigentes, cada um dentro do seu sincretismo, precisam rogar muito aos céus para que o estádio fique pronto e pelo menos no 2º semestre a situação seja mais amena.

ESPERO – Que tudo se normalize e os dirigentes sigam fazendo o trabalho, que desde então tem apresentado aspectos positivos e que mesmo perante as dificuldades, esta gestão proporcionou ao clube as perspectivas de dias melhores. O trabalho precisa seguir porque pela primeira vez estamos vendo um Fluminense transparente.

RESPEITO – Quem por acaso pleiteie assumir o comando do Fluminense, porém, todos haverão de convir, que há momentos para tudo. Agora, entendo eu, que a situação requer a continuidade do trabalho, que tem dado certo, entretanto, os dirigentes precisam de apoio independente de linhas de pensamento.

TALVEZ – Um novo grupo agora poderia distorcer alguns aspectos e o que foi feito até aqui poderia ser em vão. Por isso, o ideal é que todos continuem unidos e possam fortalecer o trabalho feito até aqui pela diretoria coordenada pelo presidente Gerinaldo Costa, que no particular tem apresentado um grande poder de articulação.

VEJAM – O que é planejamento. O Vitoria anunciou esta semana a contratação de Kieza, que se junta a Dagoberto, que já havia sido anunciado na semana passada. No papel, rubro-negro passa a ter um bom time, mas apenas com 11 jogadores, ou seja, ainda não está em uma situação de competição por igual os clubes de maior expressão. 

O IDEAL – É que se tenha 22 atletas do mesmo nível porque entra um e sai outro e o time não perde o ritmo. Olha o Bahia, por exemplo? Contratou o Brocador, que se contundiu e por conta disso teve que trazer o Thiago Ribeiro. É logico que alguém vai dizer que a chegada de Ribeiro estava prevista, entretanto, ninguém me tira da cabeça de que foi uma contratação a toque de caixa para suprir a ausência de Ernane.

NADA CONTRA – A vinda de Thiago Ribeiro, mesmo porque se trata de um bom jogador. O que estou colocando diz respeito a questão do planejamento. Por que não se trouxe o jogador antes? Teve que esperar o Ernane se contundir para se trazer o Ribeiro? São coisas que sinceramente gostaria de que os entendidos em gestão de futebol me respondessem.

OUTRA COISA – Em relação a planejamento diz respeito a politica de contratações. Afinal quem indica? Os dirigentes ou o treinador? Há casos evidentes de que quando o técnico utiliza o jogador que não foi indicado por ele, logo se procura um jeito de “fritar” o atleta e muitas vezes um jogador que tem potencial se perde no meio do caminho.  

AINDA SOU – Favorável a politica de que as contratações  devem surgir de um consenso entre dirigentes e técnico porque os cartolas não deve ficar alheios a esta situação, bem com os treinadores não pode ter liberdade total nas contratações sob o risco de danos futuros irreparáveis para o clube. 

Cristiano Alves - Jornalista - DRT-BA-2300

Colunista de Esporte do Portal MF e Editor chefe do Jornal Folha do Estado

Por Cristiano Alves

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