Portal MF

Coluna Intervalo

O destaques do mundo do esporte
Por Cristiano Alves

Publicada em 13 de Dezembro de 2015 ás 11:26:51

Intervalo por Cristiano Alves

 ESTA SEMANA – Vão acontecer as eleições para o Conselho Deliberativo do Fluminense de Feira, que sempre foram marcadas por muita polêmica por conta das divergências políticas esportivas e partidárias. Ora, o tom que deve ser dado a este processo, sinceramente é o do bom senso, alias como deveria ser sempre, entretanto as pessoas acabam se esquecendo disso.

SE EXISTE ALGUMA LÓGICA – É este o caminho natural das coisas, que por sinal vem sendo trilhado pela diretoria executiva coordenada por Gerinaldo Costa. Conta com diversas correntes político-partidárias, mas que se tornam uma só quando a questão é Fluminense de Feira. Foi desta maneira, que o time teve um 2015 bem diferente dos últimos anos e deve ter um futuro onde as coisas tendem a se acertar.

COM ISSO – Não quero dizer que as divergências acabaram. Não elas existem e continuarão existindo, porém, o bom senso é que deve prevalecer porque somente o esporte consegue aglutinar forças em diversos setores, independente de qualquer posição no atual contexto.  Que as coisas continuem assim porque é bom para todos.

NÃO VOU – Apontar nomes, mas entendo que o presidente do Conselho deve ser uma pessoa presente na vida do clube pois ele será a referência para os demais conselheiros, que precisam ser mais presentes, no sentido de contribuir com ideias para uma gestão cada vez melhor no tricolor feirense. Afinal já diz o ditado “casa de pai, escolha do filho”, ou seja, presidente presente, conselheiros também.

ESPERO – Que as coisas aconteçam da melhor maneira possível, sem brigas, como cada respeitando o modo de pensar do outro, mas que acima de tudo o bem comum prevaleça para se evitar desgastes, discussões e as famosas distorções que existem em todos os contextos da vida.

NESSE SENTIDO – Acompanhei esta semana os acontecimentos envolvendo o Goiás, que quer “virar a mesa” e evitar a queda da Série A para a Série B do Campeonato Brasileiro baseado na lei sancionada pela presidente Dilma Rousseff, onde o clube que não estiver em dias com as suas obrigações fiscais deve ser rebaixado de divisão. Tenho minhas dúvidas se o time goiano vai alcançar este objetivo.

NÃO É – Porque não seja um pleito legal, mas acredito que isso vai de encontro aos aspectos técnicos que regem as competições nacionais e, por que não dizer, internacionais. Futebol se resolve dentro de campo e nesse sentido, sinceramente o Goiás falho e falhou feito. Bem resumiu esta semana o meu amigo e confrade Hamurabi Dias: “rebaixamento é sinônimo de incompetência”. Eu assino embaixo, velho “Muras”.  

SE – Não teve competência para resolver a parada dentro de campo, fora dele o Goiás vai enveredar por uma discussão que se tornará interminável, mesmo porque vai entrar em questão a velha máxima de “dois pesos duas medidas” porque até mesmo aqueles times que terminaram o Brasileirão na parte de cima da tabela devem alguma coisa. Se pegar a moda podemos ter um esvaziamento em massa em todas as séries do futebol nacional.

O GRANDE PROBLEMA – É que as leis são feitas e muitas vezes se tornam vazias porque não se faz um trabalho de conscientização, ou seja, muitas são feitas para oprimir e reprimir situações. No caso de futebol, sempre vai existir polêmica porque os dirigentes querem assumir aquilo que eles fazem durante as suas gestões e o que aconteceu anteriormente, para eles, é inexistente.

TUDO DEVERIA – Ser uma grande “cadeia alimentar”, ou seja, deveria haver um profundo trabalho de conscientização, deveriam existir brechas legais para que os clubes amortizassem e até eliminassem as pendências, porém, nada disso é feito e os problemas continuam.

O PROFUT – É uma saída interessante para isso. De fato é sim, porém até agora pouquíssimo clubes aderiram a este programa. E por que isso acontece? Sinceramente pela falta de formação dos gestores que se preocupam, na verdade consigo mesmos e esquecem de pensar num futuro melhor para as agremiações que dirigem.

É NECESSARIA – Uma mudança geral de comportamento: os dirigentes precisam se preocupar mais com todo o contexto histórico, bem como os governantes precisam estar atentos e vigilantes para que as agremiações não venham a sofrer penalidades e sanções por conta de erros administrativos.

Por Cristiano Alves

Outras postagens de Cristiano Alves