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Por Emerson Azevedo

Publicada em 07 de Dezembro de 2015 ás 00:51:43

Nelson Rufino promove noite de clássicos em Homenagem ao Samba

Foto: Rosilda Cruz

 As homenagens ao dia do samba, comemorado oficialmente em 02 dezembro, foram encerradas na noite de sábado (05), com muita música e em grande estilo no Pelô. O cantor, poeta e compositor Nelson Rufino foi o anfitrião da festa que reuniu potências da música baiana para celebrar ao ritmo que mais emociona e conta histórias.

A Homenagem ao Samba foi promovida pela Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA), através do Centro de Culturas Populares e Identitárias (CCPI). 

Um dos principais nomes do samba na Bahia e no Brasil, no repertório da noite não faltaram clássicos da autoria de Nelson Rufino, como Águas de Amaralina, que abriu a festa, Todo Menino é um ReiAmuleto da SorteCadê Meu Amor?VazioVerdade, e diversos outros títulos que construíram a sua carreira de 50 anos de samba.

s convidados Lazzo Matumbi, Matilde Charles, Tote Gira e Aloísio Menezes interpretaram junto com Rufino canções do compositor, além de terem apresentado faixas de seus próprios repertórios.

“O samba é a essência da Bahia, o que torna essa homenagem uma iniciativa necessária e maravilhosa. Estou muito feliz por estar aqui fazendo o que eu gosto, e por realizar o desejo de me apresentar ao lado deste ícone da música nacional que é Nelson Rufino”, declarou o cantor Lazzo Matumbi, que junto ao anfitrião da festa cantou Rose, composição de Rufino e Ederaldo Gentil. 

A festa terminou ao som de mais um clássico do sambista, Uma Prova de Amor, que reuniu os seus convidados no palco e ainda contou com o suporte do grande público presente no Largo do Pelourinho, que cantou e se emocionou junto com os artistas. 

“O que aconteceu esta noite é uma prova cabal de que o povo baiano quer cantar samba. Que coisa linda foi esse grande encontro com os meus colegas da música e com todo essa gente que está aqui reunida. Eu tenho certeza de que virão outros momentos como este”, afirmou o poeta do samba Nelson Rufino.

Por Emerson Azevedo

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