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Coluna Feira Terra de Cultura

Tudo sobre a cultura feirense.
Por Emerson Azevedo

Publicada em 16 de Novembro de 2015 ás 23:23:18

Nova obra de Germano Machado

Um dos mais atuantes pensadores baianos, intrisicamente filosofo, o que significa: pensar, agir, viver como tal, escritor, jornalista, fundador do Círculo de Estudo, Pensamento e Ação (CEPA) movimento educativo- cultural, surgido há 64 anos, o soteropolitano Germano Machado, que enriquece as prateleiras dos leitores de gosto apurado, com 17 livros publicados, estará nesta cidade no dia 17, para lançar às 19 horas, no Museu de Arte Contemporânea (MAC) sua mais recente obra “A Longo Prazo - diário estético filosófico”.

No livro, editado pelo CEPA, com introdução do sociólogo e poeta colombiano Tarsício Forero, orelhas do escritor Luiz Ademir de Souza, posfácio de Geraldo Coni Caldas e epilogo de Couto Coelho, Germano Machado “Exprime profundo conteúdo psico-filosófico-social através de perguntas e respostas efetivamente definidas com todo o humanismo de homem cultor das artes e das letras, ora com linguagem simples e natural, ora mais depurada, sempre coloquialmente , em respeito à técnica e dinamismo do entrecho diário-observação-vivência, um grande conto em romance de ideias”, diz Luiz Ademir sobre a obra.

Para o poeta colombiano Tarsicio Forero: "Trata-se de um livro mimético, que em ocasiões, se apresenta como um diário, não é um recipiente fechado onde se joga a tremula confissão, onde se registra a minúcia egoísta, a preocupação intranscendente. Não é complacência. Ao invés de diário, que eu preferiria chamar de “lembrário” é um lugar intimo verdade, porem não fechado. É um lugar aberto onde Germano Machado espelha o universo, desde a estrela aparentemente fixa em face à janela, obsessiona-se em fulgores verdes e azuis, até a usina nuclear na Bahia, passando pela guerra do Vietnã e o arquétipo kierkegaardiano de Abraão”.

No posfácio diz Geraldo Coni: ”O filósofo Germano Machado mente-e-corpo com mãos que escrevem ofertando convicção. Contista, poeta, escritor, jornalista, e ainda psicólogo congênito, sempre a contemplar e a completar-se em um mundo submerso que ele levanta para existir e todos precisam ver viver e amar existindo”.

Por Emerson Azevedo

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